<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875</id><updated>2011-04-21T17:56:02.053-07:00</updated><title type='text'>Spread Your Wings</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-4468016626417565603</id><published>2008-12-12T18:14:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T18:33:51.008-08:00</updated><title type='text'>E o texto novo veio mais cedo do que se imaginava!</title><content type='html'>E cá está o velho Ed revolvendo as teias do passado! Vendo textos velhos, coisas velhas, sentimentos velhos... e se surpreendendo como tem que forçar a memória pra se lembrar do que esses textos tão falando!&lt;br /&gt;Tenho uma sensação engraçada ao ler esses textos. Não porque não sejam meus, reconheço meu estilo neles (e não é por nada não, mas até que meu estilo tava bem agradável de ser lido), mas o que eu não lembro é do que eles tratavam!&lt;br /&gt;Como os meus velhos leitores sabem, eu nunca quis saber de colocar nomes ou de deixar as situações bem explícitas, pois não queria colocar o nome das pessoas envolvidas nas situações de minha vida sem a devida permissão delas. Mas me vi numa situação um tanto quanto insólita: eu não me lembro bem dos momentos aos quais me referi no momento em que escrevi o texto!&lt;br /&gt;Não vou mentir, isso me deixou incomodado. Como é que pude me esquecer de tal forma de momentos que significaram tanto pra mim? Que marcaram tanto? Como eles puderam ficar tão pequenos a ponto de... sumirem da memória? Aos poucos eles vão ressurgindo, devagar, mas ainda assim, é estranho ver como esses problemas que antes pareciam tão grandes agora são tão. insignificantes.&lt;br /&gt;Eis o sintoma da idade, senhores: quanto mais velho você fica, mais os problemas do passado ficam insignificantes. E os problemas de hoje sempre superam os de ontem, obviamente.&lt;br /&gt;Sou um homem de 31 anos com mente de um jovem de 25 (acho). Tou mais gordo do que estava há dez anos atrás, mas mais magro do que estava há 4. Mais feliz hoje do que estava há 3 anos. e falando a mesma quantidade de bosta que sempre falei... e isso não me incomoda nem um pouco.&lt;br /&gt;Graças a Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o bom filho à casa torna, ainda que seja pra voltar apenas daqui dois, três, cinco ou dez anos. A casa tá empoeirada, suja, com um monte de coisa bagunçada, mas não deixa de ser a nossa casa, a minha casa. E uma casa especial, onde eu posso ver vários eus do passado, cada um deles com suas perturbações, tristezas e incômodos da época. E, pasmem, cada um deles diferente do outro! E eis que aparece novamente um novo Ed, com novas idéias na cabeça, novos anseios e novas preocupações.&lt;br /&gt;Mas o novo Ed é ainda o velho Ed! Inconsequente com as palavras, sempre buscando o sorriso em tudo, hedonista, atrás das coisas boas da vida, vivendo com um novo amor e querendo que ele seja o último (vai ser vai ser), tudo aquilo que sempre fui.&lt;br /&gt;Não sei quando vai ser o próximo texto. Em todo caso, é hora de deixar mais um papel jogado aqui dentro dela. Para que o próximo a lê-lo saiba um pouco de mim.&lt;br /&gt;E para que eu veja, num futuro distante, o que eu era hoje!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-4468016626417565603?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/4468016626417565603/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=4468016626417565603' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/4468016626417565603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/4468016626417565603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2008/12/e-o-texto-novo-veio-mais-cedo-do-que-se.html' title='E o texto novo veio mais cedo do que se imaginava!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-4188700595723239391</id><published>2008-12-12T17:59:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T18:02:22.931-08:00</updated><title type='text'>E olha só quem volta!!!</title><content type='html'>Apenas uma coisa pra marcar o território há muito abandonado: O BOM FILHO A CASA TORNA!&lt;br /&gt;(mas nunca sendo o mesmo homem que partiu)...&lt;br /&gt;Aguardem, em breve, um novo texto de um novo (velho) homem (moleque)!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-4188700595723239391?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/4188700595723239391/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=4188700595723239391' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/4188700595723239391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/4188700595723239391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2008/12/e-olha-s-quem-volta.html' title='E olha só quem volta!!!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-5712096158338729327</id><published>2007-04-03T19:00:00.000-07:00</published><updated>2007-04-03T19:34:07.257-07:00</updated><title type='text'>Sobre Amores e Futuros (perfeitos, imperfeitos, desfeitos e refeitos)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E cá estamos nós novamente depois de uma nova ausência. E vou admitir uma coisa a vocês, meus leitores (se é que ainda existem): esse indivíduo que vos escreve só visita esse lugar hora que tem alguma coisa a escrever. E na maioria das vezes, como já notaram, não é pra falar sobre coisas boas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Antes que me perguntem, não, hoje não é uma exceção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Faz quatro meses que estou em Sampa, e posso dizer que tem sido quatro meses de sangue, suor, lágrimas e risadas. Ou seja, voltei a ter uma vida saudável. Não tem sido em nada fácil, mas ao menos estou sentindo novamente vida nos meus pensamentos e ações. Chega de agir por inércia ou ato reflexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Entretanto, mesmo minha vinda para cá obedeceu a um plano. Não muito bem traçado nem bem planejado, mas não deixou de ser um plano. Também não foi executado com perfeição, teve falhas, mas posso dizer que a maior parte das coisas deu certo. E as que não deram certo de imediato, bem, essas eu tou tratando de consertar. Ao menos agora tenho tempo e disposição para tentar consertar essas coisas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Pena que nem tudo depende do nosso esforço e boa vontade. Na verdade, quando depende de outras pessoas, tudo fica tremendamente mais complicado. E nem sempre dá certo. Foi o que aconteceu comigo. Apostei em um amor que achava que seria possível... e não foi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Os motivos de não ter dado certo são muitos, é uma história longa (e bota longa nisso) e, sinceramente, não tenho a menor disposição de ficar falando sobre isso. Basta dizer que não deu certo e pronto, acabou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Mas... dessa vez acabou DE VERDADE?!?!?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Perguntinha complicada de ser respondida. Toda vez que a respondi me dei mal, mas tudo indica que dessa vez é um sim, acabou de vez. E digo isso baseado no que sinto nesse exato momento: um misto de raiva (de mim mesmo e dela) com tristeza, inconformidade e confusão. Claro, isso tudo vai passar, basta dar tempo ao tempo... mas sei lá, sabe. Creio que essa história já deu tudo que deveria dar. E pelo jeito acabará como eu não imaginava que iria acabar... minto... vai acabar de um jeito PIOR do que eu imaginava. Bem pior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;E daqui em diante? Como vai ser? (é a famosa pergunta inevitável)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não sei, de verdade. Até agora apostei todas minhas fichas nisso, e perdi. Ainda tou meio perdido pra dizer o que vai ser daqui em diante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Sei que já pensei muita coisa (a grande maioria bobagem) sobre o que fazer daqui em diante. Uma delas é a de desencanar de namoro. Estou chegando nos 30 anos, tou ficando um velho charmoso, pelo jeito estou chamando a atenção das gurias... por que não aproveitar isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Outra que eu curti também: viver com amantes!! Assim não tenho compromisso com nenhuma guria! Apenas sexo ocasional e das formas mais variadas e doidas possíveis (mas sem homossexualismo, claro).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Também pensei na hipótese de procurar uma outra pessoa pra gostar. Só que essa é pra um futuro bem incerto. No momento voltei a estar fechado pra esse tipo de negócio. Por quanto tempo? Só Deus sabe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Por fim... pensei em ficar sozinho! Ou melhor... em continuar sozinho. Não deixa de ser uma hipótese (e não é das que mais me agradam), mas teria tempo de dar um jeito em TUDO que está pendente em minha vida. Inclusive me daria tempo pra desencanar de vez do que aconteceu e olhar para a frente sem receio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Agora, se acham que eu vou tomar essa decisão, estão bem enganados. Deixarei que o tempo faça isso por mim. Vou dar um descanso de mim mesmo, tou vendo que preciso reavaliar melhor minhas escolhas. Que o Destino se encarregue de cuidar dessa parte pra mim, e vamos ver no que dá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Afinal de contas, pior do que tá não fica.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-5712096158338729327?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/5712096158338729327/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=5712096158338729327' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/5712096158338729327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/5712096158338729327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2007/04/sobre-amores-e-futuros-perfeitos.html' title='Sobre Amores e Futuros (perfeitos, imperfeitos, desfeitos e refeitos)'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-2614032080404501650</id><published>2007-02-10T21:14:00.000-08:00</published><updated>2007-02-10T21:14:07.598-08:00</updated><title type='text'>Welcome Home, Young Boy!</title><content type='html'>Pois é... voltei pra Sampa!! E, como era de se esperar, estou feliz pra caralho com o fato! Já comecei a sair, baladas, farra, camiseta molhada de tanto dançar... coisas que eu fazia antes de ir embora daqui.&lt;br /&gt;Claro, muita coisa mudou desde 2001, o ano que me mudei pra Bauru, até hoje. Mas tou me divertindo em recuperar algumas das coisinhas que fazia antes de sair daqui. Aliás, muita coisa está acontecendo, esse ano tem tudo pra ser muito, mas muito bom...&lt;br /&gt;Porém, eu não quero falar sobre isso hoje. Outro dia eu falo sobre o que aconteceu e sobre o que eu espero que aconteça. Hoje quero apenas fazer um... desabafo. Desabafo ao som de Snow Patrol (mais especificamente "You´re All I Have", do CD Eyes Open).&lt;br /&gt;Sei que não sou a melhor pessoa do mundo, tou bem longe disso. Sei que já fiz coisas que me envergonham até hoje, e sei também que não sou a melhor pessoa do mundo pra perdoar determinadas coisas. Ou até mesmo esquecer.&lt;br /&gt;Só que hoje, eu bem que gostaria de saber que meus pecados foram perdoados pelos outros, sabe... não é fácil a gente ser lembrado por algumas pessoas pelo que a gente foi ou fez, por mais que seja a coisa mais comum do mundo as pessoas se lembrarem da gente pelas piores coisas que fizemos a elas.&lt;br /&gt;E como é que eu posso condenar alguém que não esqueceu o que fiz, sendo que eu mesmo jamais me esqueci de determinadas coisas que algumas pessoas me fizeram? Como é que eu posso condenar alguém que não se esquece do que fiz no passado para proteger outra? Tenho o direito de pedir uma segunda chance, sendo que ela já foi me dada anteriormente?&lt;br /&gt;Será que devo continuar insistindo?&lt;br /&gt;Devo esquecer essas pessoas e seguir o meu caminho?&lt;br /&gt;Hoje eu me sinto meio triste porque descobri que, para alguns, o meu passado me condena. Por mais que eu tenha mudado, ele continua me condenando. E não sei se é porque estou triste, mas não vejo muitas perspectivas de que isso um dia vá mudar.&lt;br /&gt;E isso vai me forçar a repensar algumas coisas... mas tenho tempo, tenho todo o tempo que quiser pra isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-2614032080404501650?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/2614032080404501650/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=2614032080404501650' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/2614032080404501650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/2614032080404501650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2007/02/welcome-home-young-boy.html' title='Welcome Home, Young Boy!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-116132792388990770</id><published>2006-10-19T23:54:00.000-07:00</published><updated>2006-10-20T00:09:10.213-07:00</updated><title type='text'>Amor e Perdão nos quase 29</title><content type='html'>MENOS DE DOIS MESES!!! MENOS DE DOIS MESES PARA O MEU EXÍLIO ACABAR!!!&lt;br /&gt;E eu estou perto de completar 29 anos de vida. Minha nossa, eu já estou com quase 30 anos, quase chegando na idade de Balzac (e, nesse caso, virando um balzaca). Quem sabe eu não comece a conquistar o mundo a partir de 2007?&lt;br /&gt;Naah... não nasci pra ser conquistador. No máximo conselheiro de algum rei ou rainha, e olhe lá. Não sei nem se meus conselhos são bons o bastante para ser conselheiro de alguém. Só sei que algumas pessoas gostam do que eu falo e escrevo, e conseguem tirar proveito disso. Bom para elas, que conseguem tirar um proveito maior de um texto, e bom para mim, que percebo que estou conseguindo notar algumas peculiaridades nos seres humanos. Assim como Balzac.&lt;br /&gt;É... acho que não vou conquistar o mundo a partir dos 30. Mas, quem sabe, escrever um livro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das primeiras coisas que aprendi ao estudar História é que tudo que fazemos no passado influencia no nosso presente, e o presente é vital para a construção do futuro. Por isso mesmo que muita gente acha que o destino da humanidade é o de perpetuar os seus erros infinitamente, algo que eu discordo tremendamente, pois a História serve justamente para analisarmos o que fizemos no passado e lutar para não cometer os mesmos erros no presente.&lt;br /&gt;Entretanto, quando levamos isso pro plano pessoal, o plano das convivências, vemos que isso não é tão simples. Muitas coisas que fizemos no passado ficam marcadas pro resto de nossa vida em outras pessoas. E essas cicatrizes não são simples de serem superadas, ficam carimbadas na alma, e o autor delas fica na memória do outro, até que este é verdadeiramente perdoado.&lt;br /&gt;Entendam, eu não vejo perdão apenas como um gesto de misericórdia, de amor (porque pra perdoar de verdade tem que se amar muito o próximo), mas como um gesto de superação. É como olhar para si mesmo e dizer: "eu superei essa cicatriz, ela não vai mais atrapalhar a minha vida". Daí é encher o peito e seguir em frente com a sua vida. Também não é esquecer, pois a memória continua lá, só que ela se torna algo tão insignificante que não nos desperta mais nada. Vira um tipo de memória vazia, uma vez que ela não mais nos afeta.&lt;br /&gt;Por isso que tanta gente fala que perdoar é mostrar força, pois é você superar aquilo que um outro te fez e continuar vivendo, continuando ou não a ter contato com esse outro. O ressentimento é o contrário, pois essa memória, essa marca na alma não nos deixa descansar, não nos deixa seguir em frente, nos prende. É como aquelas correntes que ficam nas pernas dos presidiários, que os impede de andar para onde quiserem.&lt;br /&gt;Fica até óbvio dizer que algmas dessas marcas na alma acabam sendo feitas por quem a gente ama ou amou, o que faz com que a situação piore ainda mais. Afinal de contas, quem ama não machuca. Quem ama cuida, não fere.&lt;br /&gt;Porém, somos humanos, e humanos erram. Não apenas por maldade, mas por ignorância, por não ter sensibilidade de perceber que nossos atos influem no outro. Amor pode ser perfeito, mas seres humanos passam longe disso. Mas quem disse que isso importa pra quem ama? Amor é lindo, porém terrível, distorce nossa visão, nossos julgamentos. Mas quem consegue viver sem amor?&lt;br /&gt;No fim, aquele que se ama e ama outro perdoa, pois vê no outro as falhas que ele mesmo poderia ter cometido e que é capaz de perdoar em si por se amar e se ver como um humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em amor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Love Love Love - The Organ&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Amor, Amor, Amor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See the people sitting over there&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja as pessoas ali sentadas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;I want to kiss and touch them everywhere&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quero beija-las e toca-las em toda parte&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh no, not because I really care&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh não, não porque eu realmente me importe&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Oh god, no, no, I wouldn´t dare&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh deus, não, não, eu não ousaria&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Love, love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Amor, amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I´d really like a small part of it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu realmente gostaria de uma pequena parte dele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I can´t believe the word love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu não posso acreditar na palavra amor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;He´s had love in damp alleys&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ele teve amor em becos úmidos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;In city hall, in city libraries&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na prefeitura, em bibliotecas&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;We smoked it underneath the playground&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Nós o fumamos sob o pátio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Slide&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Deslize&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Why did i try?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por que eu tentei?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;We cry so very much about it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nós choramos tanto por ele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Obsessing in the night about it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desvairando na noite por ele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I´d really like a small part of it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu realmente gostaria de uma pequena parte dele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love, love, love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor, amor, amor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Okay, that´s enough of that&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tudo bem, chega disso&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Okay, okay now that´s enough of that&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tudo bem, tudo bem, agora já chega disso&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I´m getting very tired of the facts&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu estou ficando muito cansado dos fatos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I´m getting very tired of the facts that&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu estou ficando muito cansado dos fatos de que&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I must be right&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu devo estar certo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh, I must be right&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh, eu devo estar certo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;That´s why I´m cold and alone again&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É por isso que eu estou frio e sozinho de novo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;That´s why I´m all on my own again&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É por isso que estou por minha conta de novo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;That´s why I´m throwing things around my home again&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É por isso que eu estou jogando coisas pela minha casa novamente&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;That´s why&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É por isso&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I´m looking for love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Que eu procuro por amor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;We cry so very much about it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nós choramos tanto por ele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Obsessing in the night about it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desvairando na noite por ele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;I´d really like a small part of it&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu realmente gostaria de uma pequena parte dele&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Oh love, love, love&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oh amor, amor, amor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Creio ser desnecessário dizer algo mais, não?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só faltam dois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-116132792388990770?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/116132792388990770/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=116132792388990770' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/116132792388990770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/116132792388990770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/10/amor-e-perdo-nos-quase-29.html' title='Amor e Perdão nos quase 29'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-115913438413175168</id><published>2006-09-24T14:40:00.000-07:00</published><updated>2006-09-24T14:46:24.143-07:00</updated><title type='text'>E a Longa Marcha está chegando ao fim...</title><content type='html'>E cá estamos nós, a três meses de ir embora pra São Paulo. Três meses de expectativa antes do infalível retorno para a cidade de origem! Três meses antes de acabar uma estadia aqui que, convenhamos, se tornou longa demais!&lt;br /&gt;E a vida não para de dar seus tornos e entornos nesse meio tempo. O que eu achava que iria acontecer, não acontecerá mais. E o que eu tinha certeza de que iria ocorrer... bem... não é que pode muito bem ocorrer? O que ia se atar, não vai mais, o que se desatou realmente se reatou... eternas transformações!&lt;br /&gt;E ainda por cima, o que tem que dar certo por lá, está dando! Realmente, tudo está caminhando para ir pra Sampa! TUDO! Só falta mesmo arrumar um emprego no Etapa (mas aí acho que realmente seria querer demais)!&lt;br /&gt;E o que mais eu quero? Tudo que eu tava querendo tá acontecendo, e se não está acontecendo, o Irmão Destino tá me provando que pode ser por um bom motivo, e tá me dando novas opções. Só falta mesmo eu conseguir umas duas escolas particulares pra dar aula ano que vem, e tá tudo certo.&lt;br /&gt;E o que falta? Bem... fazer um trabalho de fotojornalismo pra ser entregue na sexta (ainda nem comecei) e ver o que falta fazer de matéria pra que eu possa finalmente partir daqui.&lt;br /&gt;E esse post ficou cheio de "E" no começo de parágrafo. É "E" de EXPECTATIVA!&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;Agora só faltam 3!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-115913438413175168?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/115913438413175168/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=115913438413175168' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/115913438413175168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/115913438413175168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/09/e-longa-marcha-est-chegando-ao-fim.html' title='E a Longa Marcha está chegando ao fim...'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-115536600125640265</id><published>2006-08-11T23:29:00.000-07:00</published><updated>2006-08-12T00:01:39.716-07:00</updated><title type='text'>Em verdade vos digo... O Irmão Destino é um humorista como poucos!</title><content type='html'>Faz um tempo que eu tenho refletido sobre uma questão: a eternidade dos sentimentos. Principalmente o amor. E não tou falando daquela maldita frase pra lá de manjada do Vinicius, o “que seja infinito enquanto dure”. Estou falando mesmo de eternidade, de sentimento que dura uma vida inteira... ou até mais, para aqueles que acreditam em vida após a morte.&lt;br /&gt;Alguns acontecimentos recentes me fizeram crer que amor infinito não existe. Assim como a vida do ser humano é finita, os seus sentimentos também o são. Porém, outros acontecimentos recentes me fizeram repensar essa idéia. Quero compartilhar com vocês dois desses acontecimentos.&lt;br /&gt;Portanto, se tu é do tipo que odeia leituras piegas, mais doces do que água com açúcar, mais melosas que mel, então melhor pular para o próximo texto. Acredite ou não, também não gosto de leituras piegas, me dão enjôo. Mas eu estou num momento piegas, então vou escrever texto piegas. E se você não gostar... bem... basta tu fechar a janela do seu browser. Tem o “x” no canto superior direito do seu monitor justamente pra isso!&lt;br /&gt;Você continua lendo? Ok, depois não diga que eu não avisei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORQUE NÃO ACREDITAR QUE AMOR É ETERNO...&lt;br /&gt;Alguns anos atrás eu conheci um casal de amigos via internet, nas famosas salas de bate papo da UOL (abençoada época da sala de Jogos e RPG da UOL). Era um casal mesmo, casado, com três filhos, felizes pra caralho. Fui várias vezes na casa deles, zoava pra caramba com os filhos deles, me ajudaram muito nas minhas deprês amorosas, enfim, um casal de amigos do caramba.&lt;br /&gt;Depois de uns anos, eles se mudaram de cidade, saíram de Sampa, e acabei perdendo um pouco de contato com eles. Às vezes calhava de cruzarmos na net, mas eram momentos bem raros. E eu já imaginava que eles acabariam sumindo para todo o sempre...&lt;br /&gt;... quando de repente encontro um deles, a parte feminina do casal! Puxa, foi pra lá de divertido, pois começamos a trocar altas idéias, meio que colocar o papo em dia, e foi durante essa de colocar a conversa em dia que ela chega e me fala que se separou do marido.&lt;br /&gt;Nossa, fiquei de cara no chão! Se havia um casal que eu acreditava que iria durar para sempre, era esse! Sempre vi eles super bem, apesar de saber que eles tinham lá suas discussões, como qualquer casal que se preze. Agora... separar? Nunca que eu ia imaginar!&lt;br /&gt;Claro que perguntei os motivos que fizeram eles tomarem tal atitude, e devo dizer que minha curiosidade não foi devidamente satisfeita. Mas um dos motivos que me foi dado foi justamente que... não havia mais amor! Havia amizade mas amor mesmo, não.&lt;br /&gt;E foi nesse momento que cheguei à seguinte conclusão: essa conversa de amor eterno não existe! Pelo menos não no mundo atual! Assim como a vida do ser humano é finita, os seus sentimentos também o são. Nascem, crescem... e um dia morrem! Como tudo no mundo! Só não morre aquilo que não tá vivo. E, se é assim, pra que então passar por isso? Melhor mesmo arrumar relacionamentos superficiais e foda-se o resto. Se acabar um namoro pra mim já é um suplício... imagina acabar um casamento de ANOS?!?!&lt;br /&gt;Não, definitivamente isso é algo que eu não quero pra minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... E PORQUE ACREDITAR QUE É!&lt;br /&gt;Hoje saí do trabalho e fui comprar umas coisas. Gibis, ingresso para o show do Forgotten Boys aqui em Bauru (fiquem tranqüilos, haverá um textinho falando sobre o show, e ele está logo abaixo), um dilema interno (comer ou não comer na rua, eis a questão), enfim, coisas comuns do dia a dia, ao menos do meu dia a dia.&lt;br /&gt;Foi quando cruzei com um velho amigo meu daqui de Bauru. Aliás, amigo desde antes de eu me mudar pra cá. O cara tava meio apressado, mas fiz questão de cumprimenta-lo, pois eu tinha mandado um mail pra ele (coisas de jogo de RPG) e queria saber se ele recebeu.&lt;br /&gt;Fui lá, conversamos uns dois, três minutos, e ele me dá três notícias, no mínimo, surpreendentes:&lt;br /&gt;1 – ele saiu do emprego, ou seja, estava desempregado (!)&lt;br /&gt;2 – ele havia voltado com a ex-namorada dele, que também é mãe da filha dele, e que tinha tido algumas confusões bem graves (!!)&lt;br /&gt;3 – ele estava MORANDO com a guria (!!!)&lt;br /&gt;Nossa, fiquei surpreso pra caralho, mas muito feliz por ele. Inclusive o cara fez questão de mostrar aliança (se muito me engano, dourada), mostrando que o lance era sério mesmo. Ou seja, apesar de todas as zicas que ocorreram entre ele e ela, apesar de tanta dor de cabeça, ele voltou com ela! E mais, passou a morar com ela!&lt;br /&gt;Aí a gente pensa: será que ele não fez isso apenas por causa da filha? Duvido muito. Afinal de contas, ele sempre estava presente com a criança, sempre estava lá, sendo pai, não bancando o pai. E isso era visto por todos os colegas. Só que agora ele havia voltado a ficar com a guria que era mãe da filha dele! Mesmo depois de tanta confusão, briga, etc.&lt;br /&gt;Daí, novamente eu penso: será que amor é eterno? Será que é parte do amor você simplesmente jogar todos os problemas que tu teve no passado com a pessoa pro alto, começar algo novo, apesar de jamais esquecer o que passou, seja pro bem, seja pro mal? Será que amor é também dor de cabeça?&lt;br /&gt;Não sei a resposta... mas eu não iria ficar triste se algo assim acontecesse comigo.&lt;br /&gt;Agora, imagino que a pergunta de um milhão de dólares que está passando pela sua cabeça é: QUAL É A SUA CONCLUSÃO DIANTE DE TUDO ISSO??&lt;br /&gt;Simples: NENHUMA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, às vezes eu me espanto como o Irmão Destino gosta de zoar com a nossa cara. Me espanta o senso de humor que ele tem, sério! Ao contrário do que o Neil Gaiman mostrou, ele gosta de fazer piadas com a gente! E detalhe... ELE SABE FAZER UMAS PIADAS MUITO DIVERTIDAS!&lt;br /&gt;Bem, vamos explicar uma coisa. O Irmão Destino é um personagem criado por Neil Gaiman, que é o autor de uma das maiores obras primas dos quadrinhos, Sandman. Sandman, o senhor dos sonhos, é um dos sete Eternos, que são personificações de... situações que, teoricamente, todos os seres vivos do universo encaram cedo ou tarde.&lt;br /&gt;E o Destino é uma dessas personificações. Pra começar, ele é cego, afinal de contas, ele não pode privilegiar ninguém. Além disso, é a criatura que está acorrentada ao grande livro do destino, onde tudo que vai ocorrer com cada ser vivo no universo está escrito, e a missão dele é ler esse livro inteiro (mas como ele consegue ler se é cego??), até o dia em que todos os seres vivos vão morrer, ele vai poder fechar o livro e se livrar de seu fardo.&lt;br /&gt;Acho que, por ter um trabalho tão tedioso, ele tem o direito de, de vez em quando, pegar a sua pena e dar uma trapaceada. Enfim, fazer uma piadinha ou outra com os seres vivos, pra dar risada da nossa cara. Bem, ele fez uma comigo, e descobri isso hoje, no Armazém!&lt;br /&gt;Detalhe que, pra muitos (acho até que pra maioria das pessoas), o trote que o Irmão Destino fez seria de muito mau gosto, ofensivo até. Porém... eu dei risada! E uma risada divertida, de gente que caiu na maior das piadas, e se divertiu com o fato! Eu me diverti com o fato de ser o bobo da piada, e justamente porque ela foi muito, mas muito bem pensada, muito bem feita! E não dá para não rir de uma piada bem feita, convenhamos.&lt;br /&gt;Enfim, hoje eu notei como a vida realmente nos reserva surpresas. E como, às vezes, uma coisa que pensamos, pode realmente chegar muito perto de ser realizada. De fato, o pensamento tem poder...&lt;br /&gt;... mas duvido que o pensamento tenha tanto bom humor quanto o Irmão Destino!&lt;br /&gt;Em tempo: Armazém é um bar aqui em Bauru que só toca rock and roll, e onde teve o show do Forgotten Boys. Aliás, se quiser saber como foi o show, leia o próximo texto, ok!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou ser bem sincero: ouvi pouquíssimas músicas do Forgotten Boys. Não que não me interesse ou não goste mas... simplesmente eu fiz download de bandas que, no momento, me parecem bem mais interessantes. E Forgotten Boys sempre foi colocada em segundo ou terceiro plano.&lt;br /&gt;Porém, como eu falei pro meu primo (que também foi no show), resolvi dar uma chance pros garotos. E tenho que admitir, rock and roll pesado, responsa e muito agradável de ser ouvido! Lembra um bocado o rock dos anos 70, mas com um jeito mais atual, mais quente, bem mais... bem, bem mais despretensioso. Um som que às vezes lembra The Clash, às vezes lembra o pós-punk, às vezes lembra The Futureheads (aliás, ô bandinha boa essa, viu!), enfim, um som pra lá de despretensioso e bom de se ouvir, tremendamente emp0lgante. E empolgante mesmo pra quem não ouviu uma só musica deles!&lt;br /&gt;Além disso, eu acabei indo num lugar que não vou há anos, que é esse bar chamado Armazém. A única vez que fui nele foi há anos atrás, junto com uns amigos, e foi bem divertido, mas não tinha achado o bar grande coisa. Bem, dessa vez tenho que admitir que ele tá bem da hora, aconchegante e agradável. Fora que estão servindo uma pinga boa pra cacete!&lt;br /&gt;Enfim, o show do Forgotten Boys pra mim vai ser inesquecível. Nem tanto pelo show, que foi bem bom, mas pela grande piada que o destino me armou e que eu caí!&lt;br /&gt;E na boa, foi muito divertido!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-115536600125640265?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/115536600125640265/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=115536600125640265' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/115536600125640265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/115536600125640265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/08/em-verdade-vos-digo-o-irmo-destino-um.html' title='Em verdade vos digo... O Irmão Destino é um humorista como poucos!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-115419479094612151</id><published>2006-07-29T10:37:00.000-07:00</published><updated>2006-07-29T10:39:50.960-07:00</updated><title type='text'>AGORA SÓ FALTA CINCO!</title><content type='html'>Atenção Atenção Houston! Temos um sobrevivente do primeiro semestre!&lt;br /&gt;Sim, eu sobrevivi ao primeiro semestre. Claro, não tou inteiro (foi um semestre cansativo, massacrante, exaustivo), mas tou vivo!&lt;br /&gt;E, como pouco clichê é bobagem, aqui vai mais um: PRA ALEGRIA DE UNS E DECEPÇÃO DE MUITOS, EU TOU VIVO!&lt;br /&gt;E antes que alguém pergunte: não, eu não vou dar um relato do que foi esse primeiro semestre. Não tou com saco pra fazer relatório. E não insista, mesmo porque muito provavelmente você que está lendo já sabe dos principais detalhes e acontecimentos desse semestre. E se não souber, bem, azar o seu. Mas, se ainda assim quiser saber, pergunta numa mesa de bar. E por favor, pague a cerveja. Sabe como é, com a goela molhada a verdade sai muito mais fácil...&lt;br /&gt;E está oficializado: APENAS 5 MESES PARA O RETORNO! Sim meus amigos, colegas e figuras paulistanas, estarei de volta no final do ano ou, no mais tardar, começo do ano que vem. E posso dizer com toda sinceridade, já tou indo MUITO TARDE!&lt;br /&gt;Muitos devem achar que eu tou com ódio da cidade, ódio da gente que vive aqui, ódio do curso, etc. Bem, não é bem assim.&lt;br /&gt;Não tenho raiva da cidade, em hipótese alguma. É uma excelente cidade para se passar as férias. Temos pouca diversão, mas ao menos elas servem pra tu beber um pouco, dar boas risadas ou coisa do gênero. Nada que não tenha em Sampa, é claro, mas ao menos é algo pra tu fazer aqui enquanto estiver aqui. Mais do mesmo, sabe. Se bem que, aqui em Bauru, prefiro mais ir em botecão beber com os amigos. Peguei um gosto especial por botecos aqui, acreditem ou não. E não tou falando de barzinho ao melhor estilo Vila Madalena ou Pompéia, mas boteco mesmo, de chão sujo e salgados molhados de tanto óleo.&lt;br /&gt;Também não tenho ódio da gente daqui. Apesar de boa parte da população ser medíocre do ponto de vista cultural (sim, é uma gente de mentalidade xucra), tem gente aqui que vale muito. Gente que procura ver um filme diferente, que gosta de conversar sobre coisas mais intelectuais, gente que evita a conversa sobre carros-mulher-bebedeira. Enfim, não é um povo de todo ruim, apesar de ainda manter muito daquela mentalidade de cidade do interior com mania de ser cidade grande. Nada é perfeito, fazer o que? Bem ou mal, eles não tem culpa de não terem Avenida Paulista. Ou tem?&lt;br /&gt;Do curso de jornalismo, por outro lado... sim, eu tenho raiva. Não ódio, mas raiva. Acho que tinha tudo pra ser um curso melhor estruturado, mais interessante, com uma mentalidade mais voltada para a formação do conhecimento e não a formação de máquinas de escrever. Foi como um professor meu falou, “pegamos as piores características da escola americana” (e ainda falam que americano faz coisa que presta). De fato, o curso em si foi triste. A única que estou cogitando de fazer com o diploma, atualmente, é usar para fazer trabalhos freelance. Não quero largar minhas aulas pra trabalhar numa Folha de São Paulo ou no Estadão. Quero ser professor, mesmo que isso implique em ser pobre o resto da vida.&lt;br /&gt;Vou imitar Zagallo nessa: AGORA SÓ FALTA CINCO!&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;Só para não dizerem que eu jamais irei trabalhar com jornalismo, eu toparia trampar numa grande empresa de jornalismo com uma condição: ser correspondente internacional e ser enviado para o Oriente Médio fazer reportagem de guerra. Mesmo que não fosse ficar rico com isso. Afinal de contas, todo ser humano precisa de um pouco de aventura nessa sua vida, não acha?&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;Meus leitores, eu vou fazer uma pergunta simples e direta pra vocês:&lt;br /&gt;VOCÊ ACREDITA EM PRESSÁGIO?&lt;br /&gt;Antes que você faça aquela cara de “o que diabos é isso”, eu vou lhe explicar o significado de presságio (e se eu tiver esquecido algum detalhe, que meus colegas historiadores completem o sentido, por favor): presságio seria acontecimentos ou ocorrências cotidianos que cruzam o nosso caminho e que, a partir deles, tiramos uma interpretação sobre o futuro ou sobre certas decisões que temos que tomar. O presságio também é conhecido como augúrio, algo que os oráculos e adivinhos da Grécia e de Roma adoravam ter para aconselhar as atitudes daqueles que os consultavam.&lt;br /&gt;Enfim, estive em Sampa na semana passada, e um MONTE de augúrios, presságios e coisas do gênero cruzaram o meu caminho:&lt;br /&gt;Volto a fazer trabalho de historiador no Arquivo do Estado, analisando os prontuários do DEOPS.&lt;br /&gt;Encontro uma velha amiga minha da USP do lado da FGV. Aliás, essa amiga foi muito importante pra me dar coragem em tomar uma decisão muito importante uns anos atrás.&lt;br /&gt;Vou num bar na Pompéia e encontro velhos colegas da época de USP. Obviamente, falamos mal de muita gente e de alguns professores (ah se eles conhecessem um ou outro professor da UNESP...)&lt;br /&gt;Ando pela Avenida Paulista (tu, que és das paulistas a mais paulista) e encontro mais amigos da USP, esses do meu velho grupo de RPG (os melhores e mais divertidos Sabbats que eu já tive o prazer de conhecer)&lt;br /&gt;Encontro uma outra amiga da USP que não via há mais de seis anos às duas e meia da tarde na Estação da Sé. Aliás, uma amiga que... bem... deixa pra lá.&lt;br /&gt;Vou numa danceteria indie na Rua Augusta e encontro um velho colega da UNESP lá dentro (isso sim foi surpreendente).&lt;br /&gt;Bem, não sei se você acredita ou não em presságio. E não importa se eu acredito ou não. Agora, se eu acreditar, tudo isso que aconteceu já não é mais um presságio pra eu voltar pra Sampa. Já virou um sinaleiro caprichado do destino escrito mais ou menos o seguinte: JÁ NOTOU QUE TU TEM QUE VOLTAR PRA CÁ OU PRECISA ACONTECER MAIS ALGUMA COISA NA TUA VIDA?&lt;br /&gt;Não, definitivamente não precisa.&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;Agora só faltam cinco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-115419479094612151?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/115419479094612151/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=115419479094612151' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/115419479094612151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/115419479094612151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/07/agora-s-falta-cinco.html' title='AGORA SÓ FALTA CINCO!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-114472360489915056</id><published>2006-04-10T19:44:00.000-07:00</published><updated>2006-04-11T18:24:27.426-07:00</updated><title type='text'>Ferrado, Falido, mas Feliz!</title><content type='html'>E aqui estamos nós! Vivos, inteiros e felizes depois do Campari Rock! E, sinceramente, a festa foi boa, muito boa, mas boa MESMO! Das três da tarde até umas três e pouco da manhã, puro som! E de prima!!&lt;br /&gt;Diferente de outros festivais de rock, não houve uma banda ruim nesse. Quer dizer, não para mim. Os primeiros shows foram mais voltados pro eletro e techno, de certa forma, o que pra muita gente é motivo forte o bastante para se torcer o nariz. Mas não pra mim, digo novamente! Adoro som eletrônico, som mais dançante, ainda mais quando a batida é bem forte, estilo Industrial, EBM ou derivados. E foi justamente esse tipo de som que tivemos nos primeiros shows, bem como pra fechar a noite.&lt;br /&gt;Além disso, ainda conheci pessoas legais do Rio Grande do Sul, mais precisamente de Porto Alegre. Pessoas que, espero, vejam em breve essas mal escritas linhas. Mal escritas sim, mas bem empolgadas. Revi pessoas que não via há muito, e ainda por cima passei um domingo ótimo em Caraguatatuba! Ou seja, gastei uma grana fenomenal nesse fim de semana, mas valeu a pena!&lt;br /&gt;O ambiente onde foi feito o show, ao ar livre, ficou bem bacana. E, pasme, não teve aperto nem empurra empurra em nenhum momento de qualquer show, o que me agradou ainda mais!&lt;br /&gt;Ah sim, e o mais importante... fiquei na grade em TODOS os show! Quer dizer... todos? Não... em QUASE todos! Mas esse caso eu vou falar depois... hora que eu chegar nos shows onde isso aconteceu, ok!&lt;br /&gt;Bem... vamos fazer um relato (bem pessoal, como sempre) sobre o CAMPARI ROCK!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montage – Eu não peguei o show desses caras do Ceará desde o começo, mas devo admitir que o som deles me agradou, pra não dizer que impressionou. Nunca tinha ouvido falar de uma banda que tocasse EBM no Brasil, e acho que essa nem era a proposta do Montage, mas eles chegaram bem perto disso. Batida forte, som agressivo, um vocal pra lá de berrado (mas sem ser esganiçado ou desagradável) e uma boa presença de palco, apesar do vocalista parecer uma bichinha fugitiva de alguma noitada do Madame Satã. Mas, a despeito da aparência em si da banda (que não interessa porra nenhuma, no final das contas), o show foi bom! Deu realmente vontade de carregar os sons dos caras, que é muito legal pra se curtir uma farra gótica, diga-se de passagem. Acho até que uma das influências da banda seja realmente o EBM, particularmente o Nitzer Ebb, mas vou ficar apenas no chute. Mas uma coisa que eu não entendo... por que diabos aquele vocalista falava “merci” no final de cada música? O cara é brasileiro, não é? Ou será que ele quer mostrar pra todo mundo que sabe falar francês?&lt;br /&gt;A única coisa ruim do show: poderiam muito bem ter colocado o show deles de noite. Ia combinar bem mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digitaria – Quando eu penso em Minas Gerais, musicalmente, falando, eu me lembro de um dos maiores celeiros de Black Metal do Brasil. Vou mencionar apenas duas bandas de metal que saíram de Minas, dentre várias outras: Sarcofago e Sepultura. Porém, ultimamente, esse cenário meio que mudou. Pato Fu (muito bom) e Jota Quest (muito ruim) saíram de lá também. Mas eu ainda não tinha ouvido falar de uma banda de eletrônico vinda de Minas Gerais. E fui conhecer o Digitaria, o segundo show do dia. E foi FANTÁSTICO! Uma mistura de Kraftwerk, com Atari Teenage Riot, e uma pitada de Industrial e Techno. Voilá! Temos o Digitaria, um som do caralho! Além de um som muito violento, dançante e pulante, ainda por cima a presença de palco dos seus integrantes é um show à parte. Totalmente empolgados, com vontade de mostrar o som ( som esse, aliás, que até lhes rendeu um contrato com uma gravadora alemã especializada em som eletrônico), e com uma mocinha que era uma belezinha! Ou seja, um show competente, impecável e empolgante!&lt;br /&gt;Mas novamente, repito a reclamação feita no show do Montage: por que diabos não deixaram o show deles pra de noite, pra empolgar pra valer a galera? Ia ser bem mais justo com eles, na boa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walverdes – O Sul do país tem rendido bandas muito, mas muito boas no cenário do rock independente. Cherry Bombs, Forgotten Boys, os caras do Cachorro Grande, enfim, várias bandas vindas do sul do país tem brilhado forte. E o Walverdes é, com certeza, uma das que tá aparecendo bem forte, e com todo o merecimento. Som agitado, forte, rock de prima mesmo! Lembra um pouco Nirvana, mas com mais qualidade musical. Aliás, a galera do Rio Grande do Sul que tava lá no Campari Rock tava esperando com certa ansiedade o show deles. Pelo visto, no sul os caras tão virando reis! E com merecimento! Abriram com estilo a parte rock do festival.&lt;br /&gt;Guardem bem o que eu digo: essa banda vai estourar forte logo logo. E quando estourar, que se segurem o Cachorro Grande! Vão perder o título de banda preferida dos sulistas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ludovic – Sinceramente? Não esperava muito dessa banda não. Um estilo meio... batido... parecia ser um rock meio... batido. Ainda mais quando o apresentador das bandas falou que eles faziam um “rock sem concessão”. Porra, isso tá pra lá de batido! E o show do Ludovic (aliás, o que devem ter zoado com os caras devido à uma certa confusão com Ludov não deve ter sido brinquedo) foi, em certa medida, batido. O vocalista, breaco para cacete pelo visto, se tacava no chão, rolava, esganiçava o vocal, o resto da banda encostava os instrumentos perto das caixas de som, enfim, coisas que eu já tinha visto antes. Sim, isso mesmo, batidas!&lt;br /&gt;Porém... não é que os caras conseguem empolgar legal? Não por mostrar alguma super novidade, mas sim por fazer muito bem o mesmo! Rock virulento, meio sujão, cheio de palavrões, enfim, um rock rock mesmo! Sem firulas! Só por serem autenticamente sujões, os caras do Ludovic já ganharam o meu respeito. E, apesar do som não ser nenhum tipo de surpresa (novamente me lembrou Nirvana), os caras conseguem fazer um som agradável pra cacete.&lt;br /&gt;Aliás, o esporro do show: o vocalista do Ludovic falou que tinha gente na platéia que falou, enquanto o maluco zanzava por entre o povo, que o que interessava mesmo eram as bandas internacionais, porque rock nacional não presta. Espero que esses carinhas, depois de terem ouvido Ludovic, Walverdes e as demais atrações brasileiras da noite, tenham mudado de idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachorro Grande – Pela primeira vez eu iria ver um show ao vivo dos caras do Cachorro Grande! Desde o ano passado queria conferir as palavras de amigos e amigas minhas, que falam muito bem do som deles ao vivo. Claro, já conhecia alguma coisa dos Cds, mas ao vivo é sempre diferente. E não é que os gaúchos beatlemaníacos realmente mandaram bem pra caralho no palco? Claro, o som deles é Beatles da ponta do dedo até a raiz dos cabelos, com uma certa influência de outras bandas da época (Rolling Stones, The Who, etc), mas quem disse que ser influenciado pelos Beatles é ruim? Pra mim é sinal de inteligência!&lt;br /&gt;O show dos caras é bom, muito bom mesmo. Seria melhor aproveitado por mim se eu conhecesse as músicas dos Cds deles, é claro, mas deu pra curtir, e finalmente vou criar coragem e gravar os trabalhos deles! No entanto, uma coisa me chamou a atenção no show: pode até ser que eu tenha curtido, mas pelo visto os caras do CG não curtiram tanto não. A não ser que tacar a bateria no chão no final do show seja uma marca registrada deles, além das reclamações de audio que o vocalista fez durante o show inteiro. Aliás, reclamando do retorno de som da bateria. E sim, ele estava bem bravo. Deu pra notar direitinho os palavrões que ele falou e que ninguém escutou. E não foram poucos!&lt;br /&gt;Por fim, um comentário que pode ser muito maldoso: me desculpa quem gosta, quem é fã e quem acha os caras bonitos mas, exceção feita ao baixista (que é o mais bonitinho da trupe) os demais membros da banda são MUITO FEIOS!! Mandam bem pra caralho no som, mas são feios de doer! Não é nada pessoal não, juro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mission of Burma – Uma das incógnitas do show. O que teve de gente que me falou que o som deles é bom antes de eu ir no show, cara, não tá no gibi! Porém, eu resolvi ver pra crer. E a única coisa que eu posso dizer é: POR QUE PORRA EU NÃO PEGUEI UM CD QUE FOSSE DESSES COROAS!?!?!?&lt;br /&gt;Minha nossa, o show deles é pra lá de bom, é muito bom, é ótimo!! Os coroas tão com tudo mesmo, tem uma vitalidade do caralho, dá para notar o tesão que eles tem ao tocar, super simpáticos com a platéia (até tiraram foto da platéia durante o show), fora que são bem politizados (falaram mal do Bush, porra)!&lt;br /&gt;Musicalmente, dá para notar direitinho as bandas que influenciaram: REM, com certeza, além de, na minha opinião, terem dado umas aulas de distorções para os caras do Sonic Youth. Em algumas músicas deu pra notar direitinho o som das guitarras distorcidas que são marca registrada do Sonic Youth. Foram realmente uma influência para o rock alternativo dos anos 90, bem como para o college rock (um “movimento” que surgiu nos anos 90, onde o REM entrou na esteira). Em resumo, uma banda completa!&lt;br /&gt;Aliás, pra mim foi o melhor show da noite! Palmas para os coroas, que mostraram muito bem o que é o bom rock independente! E o vocalista do Ludovic que assine embaixo, pois ficou babando o tempo inteiro na apresentação dos caras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nação Zumbi – O Nação Zumbi é uma banda que apenas recentemente comecei a curtir pra valer. Claro, não a ponto de carregar um Cd inteiro deles, longe disso, mas se tocar numa farra eu não vou torcer o nariz. Muito pelo contrário, vou pular e zoar pra caralho, porque o som deles, uma mistura de maracatu com rock, é muito bem feita. A batida forte dos tambores combina perfeitamente com um rock misturado com som eletrônico, uma das marcas registradas do movimento conhecido como “Mangue Beat”, do qual a banda foi uma das precursoras.&lt;br /&gt;Quanto ao show, foi bom, mas não me encantou tanto. Algumas músicas, sinceramente, me pareceram meio chatinhas. O show ficou empolgante pra valer quando eles cantaram as clássicas, bem como Walls of Judah (uma das minhas preferidas desse Cd novo). De resto, foi um show competente, mas apenas isso. Não me encantou completamente, mas deu pra manter a empolgação. Afinal de contas, ainda tinha coisa por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ira! - Acho que o show do Ira! foi, no mínimo, uma aposta arriscada. Eu mesmo, durante o show, achei que os caras tavam meio... passados... para participar de um festival daquele. Na boa, eu adoro o som do Ira!, principalmente as músicas mais antigas (as músicas do Cd novo, sinceramente, me soaram tremendamente entediantes, exceto pela Flerte Fatal), mas o Ira!, atualmente, tem um públic bem específico, e não é o público que estava lá no Campari Rock, que era em sua maioria, de molecada.&lt;br /&gt;De todo jeito, a banda fez o que deu pra fazer. E foram bons, apesar de eu ter certeza de que, durante o show, o Nazi deve ter cheirado umas ali, bem na frente do palco, quando ele encostava o microfone na boca e fechava as mãos em torno do rosto, como se estivesse segurando o microfone. Sério, o jeito que ele ficou empolgado depois de fazer isso, logo no começo do show, foi espantoso! Deve ter tido um pozinho mágico ali!&lt;br /&gt;No final das contas, o show foi nada mais do que o esperado: durantes as músicas novas, um público mais chocho. Durante os velhos sucessos, a galera se empolgando. E, por fim, uma mensagem do Nazi que eu adorei, e que eu vou escrever aqui mais ou menos como eu me lembro: “Espero que esses garotos que hoje escutam rock and roll não envelheçam e passem a escutar apenas... MPB cabeça!”&lt;br /&gt;Aliás... o Edgard Scandurra, muito puto da vida com os jornalistas (acho que eles andaram falando que o Ira! era uma banda de velhos), falou apenas uma coisa que me fez cascar o bico: “Tiozinho é o caralho”!!&lt;br /&gt;Diante de tão “singelas” declarações, só posso dizer o seguinte: se eu envelhecer que nem o Nazi e o restante dos caras do Ira!, fico feliz! Mas dispenso o pó...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supergrass – Finalmente, o show mais esperado da noite, pela grande maioria dos que lá estavam. Tão esperado que uma das minhas novas amizades feitas durante o show (uma guria que veio de Porto Alegre), pediu encarecidamente pra ficar na grade durante o show dos caras. E eu, como bom cavalheiro que sou, disse sim! Mas, como fiquei logo atrás dela, nem reclamei. Dava para ver direitinho todo o show.&lt;br /&gt;E foi um bom show, sinceramente. Novamente lamento o fato de não ter escutado uma coletânea deles (Supergrass is 10 – best of 94 – 04) antes de ter ido no show, teria aproveitado bem mais. Tocaram poucas músicas do Cd novo (Road to Rouen, um bom Cd), dando preferência para os clássicos. E não, não tocaram Alright, ok!&lt;br /&gt;O que mais me espantou foi que a galera, normalmente super agressiva, se comportou direitinho no show deles, não houve muito empurra empurra, graças a Deus! E, no geral, o show do Supergrass não foi um super show, no meu ponto de vista. Foi um show bom, competente, e ponto final. Deu pra empolgar na medida certa, mas não vai ser um show inesquecível pra mim, como foi o do Arcade Fire no saudoso Tim Festival de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fixmer &amp; McCarthy – Era o show que eu tava mais curioso pra ver. Como sabem, eu gosto de som gótico, e uma das vertentes musicais que toca em baladas góticas é um estilo conhecido como EBM, uma mistura de letras violentas, batida industrial e som eletrônico. E havia uma banda nos anos 90 e comecinho do século XXI chamada Nitzer Ebb, que era uma das melhores nesse estilo.&lt;br /&gt;Pois bem, McCarthy era o vocalista dessa banda, e se juntou a um DJ francês (Fixmer) para fazer, digamos assim, uma releitura do EBM, principalmente do seu trabalho no Nitzer Ebb. O que ele fez, no final das contas, foi mais simples do que eu imaginava: ele simplesmente deixou mais techno o EBM! Fez meio que versões techno do som do Nitzer Ebb, o que pra muitos já seria motivo suficiente para se torcer o nariz.&lt;br /&gt;Eu, no entanto, não fui um desses. Mesmo porque o som que eles fizeram nem difere tanto do que o Nitzer Ebb fazia. Dançante e violento do mesmo jeito, com batidas fortes e letras mais fortes e violentas ainda. Ou seja, no final das contas, Fixmer e McCarthy é uma versão 2005-2006 para o Nitzer Ebb. Mais do mesmo, como diria um amigo meu.&lt;br /&gt;Só que esse mais do mesmo acabou fazendo a galera que ficou ali depois do show do Supergrass dançar até o fim! Eu, inclusive! A dupla conseguiu cativar a galera, que dançou do começo ao fim, sem parar! Aliás, eles começaram o show com um dos clássicos do Nitzer Ebb, Join the Chant, uma das minhas preferidas, diga-se de passagem.&lt;br /&gt;Porém, uma pergunta fica no ar: durante o show, McCarthy ficava andando de um lado pra outro falando sozinho, enquanto Fixmer mandava brasa na parte eletrônica. O que diabos será que ele tava falando? Será que o cara é louco, tava reclamando do som novamente ou tava se perguntando onde tinha deixado a garrafa de scotch? Mistério mistério... que só é superado por um mistério...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Carretta - ... ONDE FOI PARAR O SHOW DO DAVID CARRETTA?!?!? Esse foi o mistério da noite! Eu tava achando que a noite iria acabar com o som desse DJ francês, que fecharia a noite logo depois do Fixmer &amp;amp; McCarthy! Mas... cadê? Tou procurando até agora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo da Ópera – Valeu a pena gastar R$ 40,00 (mais as despesas de viagem) para ver o Campari Rock. Ano que vem, dependendo do que venha, tou indo de novo!! E agora, é esperar os próximos shows. E, pelo visto, vem coisa boa ainda nesse ano... aguardem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-114472360489915056?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/114472360489915056/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=114472360489915056' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114472360489915056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114472360489915056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/04/ferrado-falido-mas-feliz.html' title='Ferrado, Falido, mas Feliz!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-114438142330275606</id><published>2006-04-06T20:42:00.000-07:00</published><updated>2006-04-06T20:43:43.320-07:00</updated><title type='text'>Eu vou é CAMPARIZAR!!!</title><content type='html'>CONTAGEM REGRESSIVA PARA O CAMPARI ROCK!!&lt;br /&gt;Sim sim meus leitores, ao contrário do que até eu imaginava, estou indo para o Campari Rock! E tenho grandes perspectivas quanto aos shows que vão rolar lá. Fora que eu tenho grandes perspectivas quanto à diversão que terei por lá...&lt;br /&gt;Por que tantas perspectivas pra esse show, afinal de contas? A única resposta cabível é: FAÇO A MENOR IDÉIA!!&lt;br /&gt;Vejam bem, vai rolar um monte de bandas e de caras que eu, sinceramente, não conheço. As únicas exceções são Nação Zumbi, Cachorro Grande, Ira e Supergrass. De resto, são uns ilustres desconhecidos. Por si só, quarenta reais já seria o bastante pra eu ir ver esse show. As outras bandas são bônus (exceto Fixmer &amp;amp; McCarthy, que parece ser bom pra caralho)!&lt;br /&gt;A expectativa, talvez, seja pela farra. Afinal de contas, um monte de gente maluca junta pode ter, como resultado, coisas doidas, amizades novas mais doidas ainda e, quem sabe, alguma coisa doida aconteça comigo. Mas se eu conseguir uma amizade nova, já saí no lucro. Mas não é apenas isso...&lt;br /&gt;Pode ser também pelo fato de que, no dia seguinte, eu estarei em Caraguatatuba, pagando uma dívida com uma velha amiga para a qual estou devendo uma visita há muito tempo. E, de quebra, conhecer algumas praias do litoral norte (local para o qual não vou há anos).&lt;br /&gt;No final das contas, acho que o conjunto de tudo isso, mais o fato de viajar novamente pra algum lugar, ainda que seja no estado, tá me dando uma revigorada. Depois de tanto tempo, depois de tanta zica que aconteceu, finalmente eu tou voltando a um estado de graça. Porra, eu novamente estou conseguindo ser irônico, sarcástico e cínico, e com um bom humor espantoso! Não mais aquele cinismo pessimista e agressivo, mas sim algo mais Garfield!&lt;br /&gt;Ou seja, o Campari Rock pra mim não é apenas um monte de shows da hora, mas sim um momento de curtição do caralho! É o que eu quero no momento, curtir a vida, curtir o momento, curtir o meu som, curtir a mim mesmo!&lt;br /&gt;Apesar dos problemas que ainda tenho, tou curtindo muito tudo isso. Principalmente a mim mesmo!&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;Ah sim, quanto àquele inconformismo que eu tive no texto passado... digamos que passou e não passou. Ainda estou meio inconformado com a justiça e nem estou acreditando muito nela. Porém... vamos dar uma chance para as boas intenções dos outros, por mais que eu tenha a impressão de que eu vá me foder no final.&lt;br /&gt;Por que eu estou fazendo isso, sabendo que a probabilidade de eu me frustrar novamente é muito grande? Acho que a única resposta possível é: porque eu sou um idiota.&lt;br /&gt;E por que diabos eu sou um idiota? Porque eu ainda quero acreditar que as pessoas PODEM ser boas. Que elas podem fazer as coisas de uma forma decente, ainda que não levem muita vantagem nisso, apenas por ser a coisa certa!&lt;br /&gt;Tudo bem, eu sou mais do que um idiota, eu sou um idiota sonhador. Ainda sonho com as coisas sendo feitas de um jeito correto, com as pessoas sendo corretas e cumprindo com a sua parte em um acordo, qualquer que seja ele. Ainda acredito em honra, e que essa honra está em todas as pessoas, ainda que algumas procurem manter isso meio escondido.&lt;br /&gt;Tudo bem, tudo bem, podem me chamar de idiota MESMO! É como eu me sinto às vezes.&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;And the “Crown of Love”???&lt;br /&gt;Hum... sei lá. Deve estar em algum canto. Sei que na minha cabeça não tá...&lt;br /&gt;... ainda bem...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-114438142330275606?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/114438142330275606/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=114438142330275606' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114438142330275606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114438142330275606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/04/eu-vou-camparizar.html' title='Eu vou é CAMPARIZAR!!!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-114323371593002640</id><published>2006-03-24T12:33:00.000-08:00</published><updated>2006-03-24T12:55:15.963-08:00</updated><title type='text'>Depois de mais de um mês de sumiço...</title><content type='html'>Estamos de volta com os Vídeos Incríveis...&lt;br /&gt;Ops... sorry, isso é de um outro programa. O que eu queria dizer é... estamos de volta com os TEXTOS INCRÍVEIS!!&lt;br /&gt;Tá, tudo bem, eu sei que foi cretino isso que eu escrevi, mas tá valendo.&lt;br /&gt;Enfim, desculpem pela demora. Mas sabem como é, falta de fone, falta de grana, falta falta falta... muita coisa faltando, inclusive um pouco de bom senso. Se bem que esse sempre teve em falta mesmo, mas quem se importa? Se eu, que deveria ser o maior interessado nisso, tou pouco me lixando...&lt;br /&gt;Em todo caso, resolvi ler o último texto que escrevi, e me vejo obrigado a pedir desculpas a todos vocês por exibir semelhante porcaria!! É o que dá escrever quando se está embriagado!&lt;br /&gt;Sério, lendo aquele texto eu vi umas coisas em mim que execro, principalmente autopiedade. Coisa mais escrota essa...&lt;br /&gt;Em todo caso, me perdoem. Não vou garantir que nunca mais vou colocar bobagens desse naipe na net, mas farei de tudo pra não colocar, ok!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe quando você tem a sensação de que vai ser passado pra trás? Pois é, eu estou com essa sensação.&lt;br /&gt;O duro é que, no mundo como o atual, existe dois tipos de pessoas: aqueles que são éticos e aqueles que não são. Pois bem, adivinhem quem se fode nessa?&lt;br /&gt;Aí vem um pensamento na minha cabeça: do que vale ser honrado, digno e honesto num mundo como esse? Ser desse jeito, à primeira vista, é pedir pra ser o otário dos outros! E é justamente isso que eu tou me sentindo, um tremendo dum otário! Pedir por justiça é foda, e nem vou perder meu tempo escrevendo sobre isso aqui.&lt;br /&gt;Acho que a única coisa que me resta, nesse caso, é saber que posso dormir com a minha consciência tranquila nesse caso. Afinal de contas, nunca deixei de ser profissional em nenhum momento. Mas, vendo no sentido prático das coisas, do que adianta isso? Levo prejuízo!&lt;br /&gt;É nisso que dá confiar demais nas pessoas. Eu deveria ouvir Maquiavel quando ele falou que o ser humano não prestava. E não presta mesmo!&lt;br /&gt;Bem... se não dá para confiar na justiça humana, dá para confiar na justiça divina? Gostaria de dizer que sim com toda certeza, mas nem sei ainda se posso. Ainda estou em processo de recuperação das minhas crenças e da minha fé no conceito de justiça. Só espero que ela realmente exista, na boa, porque se não vai ser realmente muito foda.&lt;br /&gt;Sei que algumas pessoas já deduziram do que eu tou falando. Não pretendo tocar nesse assunto por enquanto, mas digo apenas uma coisa: se por acaso eu ver que essa conversa de justiça é apenas isso, conversa, então eu realmente vou falar tudo.&lt;br /&gt;E que se foda o mundo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-114323371593002640?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/114323371593002640/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=114323371593002640' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114323371593002640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114323371593002640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/03/depois-de-mais-de-um-ms-de-sumio.html' title='Depois de mais de um mês de sumiço...'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-114024017357938726</id><published>2006-02-17T21:07:00.000-08:00</published><updated>2006-02-17T21:22:53.590-08:00</updated><title type='text'>Textos das Três e Cinco da Manhã</title><content type='html'>São 03:05 da manhã, e eu estou suado. Suado de tanto dançar em uma festa. E, ao contrário do que algumas pessoas imaginam, acabei dançando bem. Mas apenas aquilo que eu sei dançar bem...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu estou com sono. Um dia cheio, trabalho, resolver problemas, conversas. Foi um dia cheio, mas ainda assim estou satisfeito com ele...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu escuto Cat Power. O nome do CD é The Greatest. O melhor que ela já fez, justamente porque não é depressivo. Pelo menos, não extremamente depressivo...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e a festa de um jovem que passou no curso de Medicina da USP com 17 anos fez uma das festas mais doidas de sua vida...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu novamente tenho vontade de pegar o Grande Livro do Destino e picar ele em mil pedaços, principalmente as partes que se referem a mim...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu sinto vontade de chorar. Mas me nego a chorar. Não vou mais chorar, pelo menos não por causa...&lt;br /&gt;São 03:05 da manha, e eu já penso o que vou fazer hora que acabar de chorar. Penso nas viagens que vou ter que fazer, se é que vou ter que fazer. E penso em como vai ser...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu vejo o Destino novamente se manifestando de uma forma que não gostei. Mas me conformo, pois o Destino não está se importando comigo, e porque eu deveria me importar com ele...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu chego à conclusão de que a vida continua, como ela sempre continuou anteriormente...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e a última pessoa com quem eu tava conversando se despede de mim no MSN. Estou sozinho, absolutamente sozinho...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e queria beber uma coca cola. Mas não tem coca cola aqui em casa. Infelizmente...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e eu me lembro de como dancei na festa do calouro de Medicina, e como teve gente que estava acompanhando meus passos enquanto dançava...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã, e lembro de minha última namorada, e torço em silêncio para que ela encontre as soluções para seus problemas...&lt;br /&gt;São 03:05 da manhã. Apenas 03:05 da manhã...&lt;br /&gt;... e eu digo novamente boa noite a mim mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-114024017357938726?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/114024017357938726/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=114024017357938726' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114024017357938726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114024017357938726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/02/textos-das-trs-e-cinco-da-manh.html' title='Textos das Três e Cinco da Manhã'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-114005394971695941</id><published>2006-02-15T17:36:00.000-08:00</published><updated>2006-02-15T17:41:53.266-08:00</updated><title type='text'>Maktoub</title><content type='html'>Maktoub. Está escrito.&lt;br /&gt;Os árabes usam constantemente essa palavra para definir o que eu chamo de Destino. Segundo eles, aquilo que foi escrito por Allah vai acontecer, indiferentemente do que desejemos. Afinal de contas, a vontade Dele é maior do que tudo e todos.&lt;br /&gt;Isso significa o seguinte: o que tiver que acontecer VAI acontecer, indiferente do que você, eu, o presidente dos EUA ou mesmo o Papa (também conhecido como Senador Palpatine) deseje. Está escrito, ou seja, vai acontecer.&lt;br /&gt;Até então, nenhuma novidade. Em vários textos eu já escrevi sobre destino, e principalmente sobre minha inconformidade com o que ele aprontou comigo, principalmente no ano passado. Bem, hoje o ponto de vista é um pouco diferente.&lt;br /&gt;Vejamos pelo seguinte viés: se está escrito, adianta eu reclamar? Não. O máximo que vai acontecer é o Destino rir da minha cara, mas até isso seria pedir demais. Ele certamente vai me ignorar (afinal de contas, desde quando o Irmão Destino se importa com os mortais?) e continuar lendo o seu grande livro ao qual está acorrentado. Novamente, Maktoub.No final das contas, e por mais que eu fique deveras incomodado com o fato, não resta outra solução pra mim a não ser aceitar os desígnios do Destino, mesmo que ele esteja reservando pra mim um monte de merda no final da vida. Claro que isso seria uma grande sacanagem, mas vou reclamar com quem?&lt;br /&gt;E o que diabos fez eu mudar minha concepção sobre o Destino? Bem, de certa forma, foi uma constatação que, aparentemente, nada tem a ver com esse fato: a minha mania de querer prever tudo, de querer controlar todo e cada aspecto de minha vida. E eu acabei notando (graças a uma pessoa) que isso é um pouco idiota. Não adianta eu ter controle sobre cada aspecto de minha vida sendo que ela está interligada com a vida de outros. Em essência, ter controle sobre tudo que acontece na minha vida é querer controlar o que acontece também na vida dos outros.&lt;br /&gt;Foi bem legal pra mim perceber que, às vezes, é mais interessante deixar o Destino seguir seu curso. Algumas vezes ele nos reserva surpresas agradáveis que, por estarmos tão ocupados em controlar cada aspecto de nossa vida, acabamos por ignorar. Claro, pra mim ainda tá sendo um puta processo (por vezes muito complicado) colocar em prática tais coisas (afinal de contas, imagina um sujeito que durante anos procurou ter esse tipo de controle em suas mãos mudar de comportamento), mas com esforço e boa vontade eu sei que vou conseguir.&lt;br /&gt;Minto. Com esforço, boa vontade e a ajuda de uma pessoa em especial, com certeza eu vou conseguir. Aliás, já tenho conseguido um certo grau de sucesso nesse processo! Isso tem me animado um bocado.&lt;br /&gt;Enfim, se está escrito, escrito está, e nada vou poder fazer pra mudar isso, pro bem ou pro mal. Sendo assim, vamos tocando a vida. Da minha parte, vou torcer para que esteja escrito no grande livro uma ou outra coisinha que, sinceramente, ficaria muito feliz em ver realizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, vamos voltar com as resenhas de CDs que eu tenho ouvido. E vou começar, de cara, com os álbuns que são sérios concorrentes a serem os MELHORES de 2006!E olha que o ano sequer começou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cat Power - The Greatest&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Sendo bem sincero, nunca fui grande fã dessa banda. Sempre a achei tremendamente melancólica, o vocal da Chan, apesar de suave como um sonho, sempre foi triste demais pra mim. Porém, esse CD novo foi literalmente uma guinada na carreira da mocinha bonita. O som, apesar de ainda ter os seus momentos de melancolia, consegue ser mais leve aos ouvidos. Ao menos eu não saí com vontade de chorar ou de me jogar da ponte ao ouvir esse CD.A impressão que me deu é que eles tentaram fazer um trabalho mais light, com um clima mais fim de noite solitário, mas não aquele solitário melancólico, que liga o rádio andando pelas ruas de alguma cidade vazia chorando ao volante (quem aqui viu essa cena no começo do Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças?), mas sim o sujeito que tá num bar ou num pub, bebendo uma cerveja e olhando o movimento de tudo, sem se preocupar com a sua própria solidão, aliás, preferindo estar sozinho.É um CD bem diferente dos anteriores, principalmente do Dear Sir (1995), e do Moon Pix (1998). É bem mais gostoso de se ouvir, e você não fica com vontade de chorar ou de encher a cara de frustração por ouvi-lo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VEREDITO&lt;/strong&gt;: Ouça quando estiver bebendo ou quando estiver acompanhado de alguma guria e estiver a fim de fazer um clima romântico. É satisfação garantida!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUGESTÕES&lt;/strong&gt;: Could We, After It All, Where Is My Love&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Belle and Sebastian - The Live Pursuit&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço Belle and Sebastian já faz um tempo, tenho todos os CDs, sou um fã confesso há muito tempo. Mas PUTAQUEPARIU!!! ESSE CD É MUITO FODA! Até então eu achava que Dear Catastrophe Waitress era o melhor, competindo de perto com if You´re Feeling Sinister. Mas esse CD é tremendamente incrível! Até mesmo que não era fã ou que ligava pouco pra banda virou fã depois de ouvir essa obra prima da banda.E o que fez The Live Pursuit ser tão incrível? A despretensiosidade. Dá para notar no último trabalho deles (Dear Catastrophe Waitress) uma certa pretensão em se tornar pop, ainda que a banda em si tenha tentado manter sua identidade. O CD é bom, mas não conseguiram se tornar pop. Acho que nessa hora, um olhou pro outro e falou "cara, foda-se o pop. Vamos fazer algo divertido"! E acertaram na mosca. Esse novo CD é extremamente divertido e alto astral. Excelente receita pras noites chuvosas, solitárias e melancólicas. Lhes garanto, é satisfação garantida!Pra mim, o ano de 2006 acabou. Já temos o melhor álbum do ano!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VEREDITO&lt;/strong&gt;: Precisa dizer algo mais? SE VIRA E ARRANJA ESSE CD!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUGESTÕES&lt;/strong&gt;: The Blues are Still Blue, Sukie in the Graveyard, For the Price of a Cup of Tea&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-114005394971695941?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/114005394971695941/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=114005394971695941' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114005394971695941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/114005394971695941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/02/maktoub.html' title='Maktoub'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-113963057386038090</id><published>2006-02-10T19:59:00.000-08:00</published><updated>2006-02-10T20:33:50.266-08:00</updated><title type='text'>A Leveza</title><content type='html'>Gente, esse foi um conto que eu escrevi há alguns meses atrás. Não sei se é dos melhores, mas foi a minha primeira tentativa em escrever algo que não fosse contos de terror, e espero que tenha ficado bom.&lt;br /&gt;Leiam, julguem e critiquem, ok!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... foi ótimo falar com você de novo. Estava com muitas saudades, viu. Tchau!”&lt;br /&gt;Ela desligou o telefone. Ele foi ao bar que ficava num dos cantos da sala e preparou uma dose de whisky. Havia muito, mas muito tempo mesmo que não falava com ela. Era uma ex- namorada, dos tempos de faculdade. Não durou muito tempo (apenas alguns meses), mas foi o bastante para formar uma cicatriz profunda na alma dele. Profunda o suficiente para fazer todos aqueles erros que todos os ex-namorados e ex-namoradas fazem logo depois que acaba o relacionamento. Tentar manter uma amizade sólida e firme logo após o fim, por exemplo.&lt;br /&gt;Começou a beber a dose e foi para a janela de seu apartamento. Não era uma cobertura, não tinha dinheiro para tanto, mas era alto o bastante para garantir uma bela vista da cidade. Pontos de luz por toda a parte, alguns estáticos, outros móveis. A vida da cidade, era isso que sempre buscara. Uma vida fora do corpo dele próprio. Pontos solitários que são notados em conjunto, formando um ser único, vivo e iluminado.&lt;br /&gt;Ele acreditava que tinha que buscar a iluminação de fora para dentro, pois dentro de si estava tudo escuro. Não tinha noção ainda de que havia uma luz dentro dele. Fraca, tímida, mas ainda havia. Era apenas uma questão de olhar bem pro fundo da alma, encontrar e traze-la novamente à tona. Mas não queria fazer isso. Estava tão acostumado àquela escuridão interior que acreditava não mais existir luz nenhuma dentro de si. A bem da verdade, se acostumara àquela situação. Preferia a segura escuridão da alma à se arriscar de volta para a luz.&lt;br /&gt;Era interessante analisar aquele homem. Bem sucedido e realizado em sua profissão. Trabalho bem elogiado, diga-se de passagem. Estava começando a viajar o mundo, como sempre quisera. Tinha ido para a Espanha e tentou comprar uma espada, mas nunca imaginou que uma Toledo-Salamanca fosse tão cara. Aliás, não imaginava que fosse artigo de antiquário, cotado em milhares de dólares. Tinha ido também para a Itália, mas ali não quis comprar uma Ferrari. Nunca foi fanático por carros. Estava com uma viagem programada para a Irlanda, com uma passagem pela Inglaterra e pela Escócia. Tinha uma situação econômica confortável, fruto de uma herança razoável e de umas economias durante os primeiros anos de emprego. Tinha um apartamento próprio com uma bela vista noturna. Tinha uma boa coleção de Cds. Tinha uma coleção razoável de DVDs. Tinha um carro (mas apenas por pura necessidade, como gostava de falar, pois odiava dirigir). Enfim, tinha um padrão de vida muito bom.&lt;br /&gt;Mas não tinha uma namorada. Nem esposa. Nem amante. Nada. Sequer se casara um dia. Tinha amigos, claro, os reunia com certa freqüência em seu apartamento, jogavam conversa fora, bebiam, davam risada, mas nada além disso. Tinha tido várias namoradas durante o seu tempo de universitário (começou a namorar tarde, era um jovem tímido), mas nenhuma tinha dado certo. Teve aquelas que duraram mais tempo, aquelas que duraram menos, como todo jovem normal. Mas havia aquelas que tinham marcado a ferro e fogo na alma, aquelas que ele preferia não falar para não sentir saudades, porque saudade é um sentimento muito incômodo.&lt;br /&gt;Apesar de preferir não falar nessas ex-namoradas, não significa que não falava quando perguntado. Inclusive nunca perdera a amizade com nenhuma delas. Naturalmente que o tempo fazia com que se afastassem, mas as considerava (bem como a maioria de suas ex-namoradas) como boas amigas. A maioria delas se casara, e estavam felizes com seus maridos. Uma delas já tinha dois filhos (crianças adoráveis, pelo que ficou sabendo), e isso, bem no fundo, o fazia sentir inveja. Queria ser pai, apesar de sempre falar para si e para os seus amigos que não seria um bom pai. Queria ser um bom marido, daquele tipo que sai para jantar com a esposa de fim de semana, faz programas diferentes, ou mesmo programas iguais, quando os programas diferentes se tornassem muito iguais. Sabia que tinha tudo para ser um bom companheiro.&lt;br /&gt;Porém, ele desistira disso. Sempre sofreu demais no final de cada namoro, mas sempre se reergueu para tentar novamente. Entrar de cabeça em cada namoro, curtir ele ao máximo, ser curtido ao máximo. Viver intensamente cada momento, porque poderia ser o último. E muitas vezes, acabava de fato sendo o último. Mas, tudo bem. Ele caía, se levantava, cicatrizava as feridas e tentava de novo. Uma nova tentativa, novos momentos intensos, uma nova queda. E o ciclo se repetia, indefinidamente.&lt;br /&gt;Até que um dia, ele notou esse ciclo. Notou que não importava o quanto se dedicasse, o Destino pregava uma peça e ele caía. Ou então ele fazia uma grande bobagem que levava a outras bobagens e caía novamente. Ou então a namorada em questão se mostrava uma pessoa bem pior do que era, e ele só notava isso tarde demais. Enfim, todas as vezes que ele estava feliz, acontecia alguma coisa que fazia essa felicidade acabar. Às vezes dava certo de passar por cima disso, uma, duas, três vezes. Mas um dia, essa felicidade acabava de vez. E o namoro acabava junto.&lt;br /&gt;Quando ele notou esse ciclo, decidiu por não mais se relacionar com ninguém. Se fechou em relacionamentos estéreis. Apenas sexo, como ele mesmo dizia. Encontrava-se com uma mulher, pagava um jantar, saía com ela quando quisesse. E apenas para sexo, deixava isso bem claro para elas. Uma relação puramente pornográfica. Fazia sexo algumas vezes, e nada mais do que isso. Às vezes dormia na casa de uma ou outra, mas era o máximo que se permitia. Não queria mais se abrir para esse tipo de sentimento. Já havia se machucado muito por causa disso, e não queria mais isso para si. Fechou aquela luz intensa que tinha em sua alma num canto bem escondido do coração, e esqueceu a chave em algum lugar do corpo, ou até mesmo fora dele. E, para finalizar essa obra de auto-preservação, se convencera de que era um homem feliz.&lt;br /&gt;E se convencera muito bem do fato! Afinal de contas, tinha tudo que ele achava que precisava. Dinheiro o bastante para atender suas necessidades, uma certa fama em seu ramo de trabalho, amigos leais e divertidos, casos sexuais totalmente casuais e desprovidos de qualquer tipo de sentimento mais profundo que não o tesão. Infelizmente, ele não era o tipo de pessoa que se satisfazia com isso, não apenas com isso. Ele precisava mais. Mas, como sempre fora muito hábil na arte de se enganar, então se convencera de que isso lhe bastava.&lt;br /&gt;Mas aquela ligação mudou tudo. A mulher que ligou para ele foi uma daquelas namoradas que marcou a alma dele. Foi uma das pessoas que, sem querer, o fizeram convencer de que deveria enganar a si mesmo. Porém, ela ligara para saber como ele estava. Chegou a convida-lo para sair, naquela mesma noite, apenas para se divertirem e relembrarem as coisas boas de antigamente. Nada daquela conversa idiota que ele via às vezes em algum filme, onde a pessoa liga para um antigo amor falando que jamais conseguira esquece-lo. Ele odiava aqueles filmes, achava aquilo uma das maiores mentiras que os homens inventavam para eles mesmos.&lt;br /&gt;Como se aquilo que ele fazia consigo não fosse também uma daquelas mentiras que os homens fazem para si próprios.&lt;br /&gt;Ele começou a pensar sobre a sua vida enquanto olhava para a vida lá fora. Começou a pensar o que havia feito com a sua vida, e começou se orgulhando dela. Tinha tudo que a maioria dos seres humanos queria ter. Só não tinha uma família mas... qual era a diferença que isso fazia para si? Havia vivido muito bem sem ela, não precisava de uma. Ele tinha tudo, simplesmente tudo.&lt;br /&gt;Mas então, por que estava pensando tanto nisso? Se tinha tudo que queria, por que uma simples ligação criou tamanho transtorno? Como é que uma ex-namorada causara tanto transtorno? Ainda... a amava?&lt;br /&gt;Não, não a amava mais. Havia tido outros amores depois dela, alguns mais intensos, outros menos. Não era amor o que sentia por ela. Era alguma outra coisa, e sequer era por ela, mas... parecia por si mesmo. Algo como... saudade? Mas como é possível sentir saudades de si mesmo? Aqueles tempos tinham se acabado, não tinha porque sentir saudades de si. Ele estava ali... não estava? Ele estava feliz... era feliz...&lt;br /&gt;Nesse momento, ele olha para a prateleira de livros que ficava no escritório que também era uma biblioteca (como havia chegado até ali?) e olhava para um livro na prateleira. A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera, era o livro. Era uma história de amor toda diferente, que se baseava na seguinte idéia: o ser humano precisa de problemas, porque são os problemas que fazem o ser humano saber que está vivo. Sem problemas, o ser humano fica leve, mas isso uma hora se torna um fardo para o homem. A leveza traz o tédio, e esse tédio se torna insuportável, até que nós encontramos um problema para nos preocupar. E são esses problemas que nos traz peso, alegrias e tristezas. Alegrias pelas conquistas e resoluções, e tristezas pelas insatisfações.&lt;br /&gt;Foi ao notar isso que ele percebeu que não era feliz. O que ele fizera era apenas uma simulação de felicidade, de um mundo perfeito, onde ele era o centro de tudo e de todos, ainda que ele fosse o único morador desse mundo perfeito. A felicidade que ele criara para si era tão instável que bastou um telefonema para que ela se quebrasse, e o seu verdadeiro eu aparecesse novamente. A caixa onde ele havia guardado sua luz acabava de ser quebrada, e do jeito mais idiota e improvável que ele jamais imaginara.&lt;br /&gt;Foi nesse momento que ele chegou a uma conclusão: havia se escondido de si mesmo por tempo demais. Havia deixado de sofrer por muito tempo. Era tempo de, novamente, sentir o peso da frustração, e de todas as coisas boas e ruins que vêm junto com ela. Era tempo de se livrar daquela leveza que se tornara um fardo, e cair de cabeça novamente nas situações que ele tanto gostava de se meter antigamente. E tinha que ser agora.&lt;br /&gt;Voltou para a sala, bebeu o último gole de whisky (o gelo já havia até derretido) e pegou o fone. Iria ligar para aquele antigo amor. Poderia ser o começo de algo novo, poderia ser uma nova frustração, poderia ser nada mais do que uma boa conversa. Mas iria arriscar. Iria vê-la novamente e, quem sabe, sentir novamente aquele sentimento incômodo e envolvente que um dia sentira por ela. Se não sentisse, bem, azar. Aliás, era o mais provável que não sentisse. Mas daria a chance para si mesmo de sentir novamente. Independendo do que acontecesse, iria dar essa chance para si.&lt;br /&gt;Finalmente, ele voltara a se encontrar consigo mesmo, e notou que sentia muita saudade de si. Esse sentimento se tornara forte quando pegou o fone, discou os números que ela lhe passara, e escutou sua voz:&lt;br /&gt;“Alô? Nossa, você! Achei que nunca mais iria me ligar, sabia?”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-113963057386038090?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/113963057386038090/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=113963057386038090' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/113963057386038090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/113963057386038090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/02/leveza.html' title='A Leveza'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-113786947642384474</id><published>2006-01-21T10:23:00.000-08:00</published><updated>2006-01-24T16:52:27.036-08:00</updated><title type='text'>Primeiro Blog do Ano de 2006!</title><content type='html'>Galera, eu vou ser cruel. Sei que faz quase um mês que não posto, e por isso hoje vai ser overdose! Aconselho a todos os meus leitores a lerem o blog em partes, porque... TEM COISA! E MUITA!&lt;br /&gt;Preparem-se para curtir as aventuras e desventuras de Ed na sua terra natal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO ATENÇÃO!! De São Paulo para o mundo virtual! Há um viajante do interior no meio da selva de pedra!&lt;br /&gt;Pera um pouco... eu não sou do interior. Eu sou mais paulistano do que muito paulistano que anda por aí! Mas, mais do que nunca, depois de tanto tempo de exílio (um exílio auto imposto, é bem verdade), é bom estar de volta ao lar.&lt;br /&gt;Lar? Ora, vejam só! Eu finalmente chamei um lugar de lar. Acho que eu o encontrei, afinal de contas. Mas o meu lar não é apenas a casa de meus pais. Se é assim... onde é o meu lar?&lt;br /&gt;Heh... meu lar é a Avenida Paulista, suas livrarias, prédios, carros, suas (poucas) casas, seu chafariz (que é mais meu do que de muita gente), as pessoas esquisitas, essas pessoas maravilhosamente e espantosamente esquisitas que perambulam nela principalmente de fim de semana.&lt;br /&gt;Meu lar é o Parque do Ibirapuera, com todas as suas árvores, bicicletas, crianças, adultos e velhos que nela andam, com todos os seus lagos e animais.&lt;br /&gt;Meu lar é a USP, com todo aquele conhecimento e todas aquelas pessoas que nela estudam, trabalham, vivem nela, tanto quanto eu um dia estudei, trabalhei e vivi.&lt;br /&gt;Meu lar é o centro com seus prédios velhos e sua multidão insensível. Meu lar é a Praça da República com as suas feiras intermináveis misturadas aos mendigos mais intermináveis ainda. Meu lar é a Rua Augusta e sua mistura de bordéis, casas de massagem e danceterias alternativas. Meu lar é o Madame Satã. Meu lar é o Salamandra. Meu lar é o Opção. O Mr. Mills. O Tendal Paulista. O Center 3. O Eldorado. A casa de meus amigos!&lt;br /&gt;São Paulo é o meu lar. E demorou cinco anos para que eu soubesse disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos deuses e demônios da criação, o que aconteceu com as pessoas de Sampa? De repente, sem mais nem menos, todas elas passaram a usar camisetas coloridas, calças jeans meio velhas e tênis All Star! São Paulo virou uma... CIDADE INDIE!!&lt;br /&gt;Sério, eu fiquei de cara! Quando vim para cá em julho, as coisas ainda não eram assim. Claro, estava crescendo o número de pessoas que estavam adotando esse visual, mas eles ainda não haviam tomado a paisagem. Mas vai dar um passeio de fim de semana ao longo da Avenida Paulista. Além dos casais de gays e lésbicas e dos góticos (que não deixam de ser alternativos também, mas já fazem parte da paisagem há algum tempo) também passamos a ter hordas (sim, é isso mesmo, HORDAS) de indies andando pela rua. Detalhe importante quanto ao seu comportamento: eles costumam sempre andar em bando de quatro ou mais.&lt;br /&gt;Imagino que muitos de vocês devem estar achando estranho o fato de eu estar tão espantado com esse aumento de "indies" (eita palavrinha feia, cara) em Sampa, ao invés de estar soltando fogos de artifício pela expansão da "cultura alternativa", ou mesmo espantados com o fato de eu não estar cuspindo vespas e marimbondos pela presença desses "posers" que, pelo fato de estar na moda ser alternativo, entraram na onda. E, de fato, não estou fazendo nem uma coisa nem outra.&lt;br /&gt;Não solto fogos de artifício pelo simples fato de que eu não me considero indie (digo e repito, palavra feia para cacete), alternativo, ou o que quer que seja. Assim como também nunca me considerei gótico. Apenas gosto das bandas alternativas (ou pelo menos de boa parte delas), da roupa (acho engraçadinha, sério mesmo) e de alguns filmes alternativos (que na minha época eram chamados de "cult"). Ponto final. Não obedeço nenhum tipo de "cartilha indie" (se é que existe), assim como nunca obedeci nenhuma "cartilha gótica" (que eu sei que existe) e raramente adoto algum tipo de estilo, gíria ou coisa que o valha de qualquer uma dessas manifestações.&lt;br /&gt;Sou apenas um simpatizante de um tipo de música que explodiu agora, apesar de muitas bandas alternativas (como Sonic Youth, Breeders, Jesus and Mary Chain e Pixies) já serem velhas conhecidas minhas, e eu ter sido sempre um apreciador discreto delas. Assim como gosto de bandas góticas (até hoje, na verdade), das roupas góticas (já falei como eu acho sexy uma mulher vestida de preto?) e de filmes que os góticos adoram (adoro o expressionismo alemão), e nem por isso sou gótico.&lt;br /&gt;Se formos ver bem, eu seria considerado tanto por góticos como por indies como nada mais do que um poser. Só que pelo menos eu procuro me manter antenado com os lançamentos musicais, converso sempre com pessoas que sabem dos shows, enfim, procuro me manter informado sobre o que acontece no mundo musical tanto indie como gótico. Portanto, posso até ser um poser, mas ao menos me mantenho antenado no que acontece no mundo musical! E para ser bem sincero, tou nem aí se um cara é poser ou não. Isso é problema dele! Se o sujeito não tem personalidade para criar um gosto próprio, foda-se. Não vai prejudicar ninguém mesmo...&lt;br /&gt;Não sei se essa expansão da "cultura indie" (tenho muito medo de usar esse termo, sério mesmo) é do Lúcio Ribeiro, da MTV, dos shows que tem rolado aqui no Brasil, da cobertura da mídia como um todo, do Papa que morreu ou do que quer que seja. E, a bem da verdade, nem me importa muito. O que importa é: os indies invadiram Sampa. E eu tou achando isso muito divertido. Dá um novo colorido à uma paisagem pintada de cinza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se o ano de 2006 vai ser bom ou não. Em todo caso, já salvei ao menos o primeiro dia dele!&lt;br /&gt;Novamente passei o ano novo em S. Manuel. Novamente me diverti pra caralho. Novamente bebi muito, e novamente amarguei uma ressaca miserável durante o resto do primeiro dia do ano.&lt;br /&gt;Mas dessa vez... tivemos chuva (bendita seja a chuva exorcizadora de todos os males) e o doido aqui dançou debaixo dela, do começo ao fim. Tivemos banho de piscina (cortesia de alguns ex-alunos meus que resolveram me tacar nela. Detalhe: a água estava deliciosa). E... tivemos Queen! Cara, quer jeito melhor de começar o ano do que cantando Queen a plenos pulmões com um monte de cerveja na cabeça e em cima de uma cadeira debaixo da chuva?&lt;br /&gt;Digo e repito: não sei como vai ser o ano de 2006. Sei apenas que me diverti muito com meus amigos (e podem ter certeza, em breve estarei novamente com vocês para curtir muita farra), que bebi pra caralho e que me diverti muito. Em resumo, salvei o primeiro dia do ano!&lt;br /&gt;Mas... eu tenho a impressão de que 2006 vai ser um ano muito bom, sabiam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei alguém aqui já ouviu falar de uma banda chamada Cansei de Ser Sexy. Para aqueles que não ouviram, o CSS é uma banda composta por cinco gurias e um cara, que se propuseram a fazer um tipo de som bem parecido com aquele que o Le Tigre já faz, mas com uma diferença: muito mais dançante e, até me arrisco a dizer, empolgante. Conheci essa banda graças a uma amiga minha que me indicou algumas de suas músicas, e acabei gostando bastante da banda.&lt;br /&gt;Pois bem, na minha estadia em Sampa, essa mesma amiga minha me incumbiu de uma missão: conseguir o EP novo delas (CSS Suxxx, muito bom aliás). Só que, para eu conseguir isso, eu deveria ir num lugar chamado Rose Bom Bom, um lugar que eu já tinha ouvido falar por alguns amigos. Resultado, eu fui no show das gurias, mas não sem um certo receio.&lt;br /&gt;Receio de ir sozinho (sim, novamente não consegui nenhum filho da puta que fosse comigo) e receio de ir num lugar desconhecido (e vai saber o que eu encontraria lá, não é)! Enfim, reuni toda a coragem, bebi umas brejas com uns colegas (que estavam adorando zoar da minha cara com o fato de eu ir num lugar chamado Rose Bom Bom) e vamos embora!&lt;br /&gt;Chegando lá, o lugar me pareceu bem sussa. Ora, era uma danceteria normal, com um estilinho um pouco mais descolado. Nada surpreendente, eu diria. Sei que acabei ficando numa boa lá, vendo as criaturinhas que frequentavam o lugar. Não vou detalhar pormenorizadamente quem estava lá, vou apenas dar uma noção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um clone do Jim Morrisson (que tava acompanhado de uma guria muito bonitinha, aliás)&lt;br /&gt;- O Beto Bruno, do Cachorro Grande, junto com um dos outros caras (não sei o nome do sujeito)&lt;br /&gt;- O Supla&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admito, fiquei curioso com as "figurinhas" que apareceram por lá. Ora, não é todos os dias que a gente cruza com o Supla ou com alguns dos integrantes do Cachorro Grande, certo (se bem que pra alguns já tá virando lugar comum isso, hehhehe)! Bebi saquê (e odiei), e fiquei esperando a hora do show.&lt;br /&gt;A banda que abriu pro CSS chamava-se Bastards (ou Bastardz, sei lá como esses caras gostariam que fosse escrito), e não foi ruim não! São uma espécie de revival do New York Dolls, inclusive na roupa de alguns de seus integrantes. Som violento, bem bacana. Não foi super empolgante, mas deu pra divertir a galera, inclusive a mim. Inclusive a versão de Anarchy in the UK que eles fizeram ficou bem da horinha! Parabéns senhores, Syl Sylvain iria ficar orgulhoso de vocês.&lt;br /&gt;Por fim, o show do CSS. E olha, que show da hora! A LoveFoxxx, uma japinha que é a vocalista da banda, sabe mesmo agitar. Aliás, ela é agitada. Muito agitada, eu diria. Não parou de pular um só momento, e não apenas no palco. Teve vários momentos no show em que ela pulou na platéia e ficou se jogando em cima da molecada, pulando, zoando pra caralho!&lt;br /&gt;Além de pular feito uma doida em cima do palco, ela também tem o hábito bem interessante de se encarapitar nas costas dos outros. Aliás, ela gosta de se jogar em cima dos outros, pular, se enrolar no fio do microfone, tacar fio dental na cara dos outros (isso foi sem querer, mas admito que dei muita risada hora que ela pegou uma caixinha de fio dental, começou a girar a linha e ela foi parar na cara de um dos caras que tava na platéia),  de beber água e jorrar ela na platéia (levei uns três banhos nesse processo, e tive medo de levar um quarto de cerveja que, ainda bem, ela não fez), enfim, é uma showgirl!&lt;br /&gt;O restante da banda também agitou à sua própria maneira, de uma forma bem mais discreta, eu diria. E uma coisa que, para mim, valeu como ponto positivo da versatilidade dos seus integrantes: eles também se arriscam a trocar instrumentos, exatamente como os caras do Arcade Fire fazem. Versatilidade é o segredo do jogo!&lt;br /&gt;Enfim, o show foi tremendamente empolgante! Adorei pacas, e vou ir de novo quando tiver oportunidade, com certeza! Ainda mais que os integrantes da banda foram muito gente fina quando pedi para autografarem o CD pra essa amiga minha, sabe. Foram tremendamente simpáticos, todos eles!&lt;br /&gt;Resumo da ópera: um show duca! Claro, não vai ser o show inesquecível, mas com certeza é um dos mais divertidos (e interativos) que eu já tive o prazer de ver (e participar)! Só um detalhe: no próximo show, vou com capa de chuva, apenas como prevenção caso a LoveFoxx resolva fazer chuvinha de cerveja no próximo show, heeheh!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, eu sei que muitos de vocês gostariam de postar no meu blog, mas infelizmente o Blogspot tem umas frescuras no que se refere aos comentários. Então, se quiserem postar os comentários ao meu blog no meu Orkut, à vontade! Para quem não sabe, eis aqui:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=4876215380420130131&amp;pcy=3"&gt;http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=4876215380420130131&amp;amp;pcy=3&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-113786947642384474?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/113786947642384474/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=113786947642384474' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/113786947642384474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/113786947642384474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2006/01/primeiro-blog-do-ano-de-2006.html' title='Primeiro Blog do Ano de 2006!'/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20145875.post-113538670548036862</id><published>2005-12-23T17:04:00.000-08:00</published><updated>2005-12-23T17:11:45.490-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>2005 – O ANO EM QUE TUDO VIROU...&lt;br /&gt;... de novo!&lt;br /&gt;E novamente o mundo virou de cabeça pra baixo! Um novo loop em minha vida, e novamente eu caí de cabeça no chão. Tenho que aprender a usar cinto de segurança daqui em diante, pois um tombo é sempre um tombo. Machuca e, por vezes, mata.&lt;br /&gt;Mas, pra felicidade de alguns (e sempre a infelicidade de outros), cá estou eu, vivo! Seria exagero dizer inteiro, mas é pra coisas desse tipo que existe um produto muito útil chamado cola.&lt;br /&gt;Só gostaria de saber onde coloquei o meu tubo de cola, tou precisando colar umas coisas...&lt;br /&gt;Porém, pra eu colar essas coisas, eu tenho que encontrar uns pedaços que, na queda, acabaram se perdendo. Alguém viu um pedaço de bom senso? Oh, obrigado, mas esse pedacinho é apenas um dos meus vícios...&lt;br /&gt;(é sempre assim, encontramos apenas aquilo que não queremos encontrar)&lt;br /&gt;... mas valeu por ajudar. Bem ou mal, vícios fazem parte da gente. E atualmente não posso negar muita coisa de mim mesmo.&lt;br /&gt;Me disseram uma vez que, depois de cada crise, nós mudamos violentamente. Não sei até que ponto isso é verdade, mas sei que, depois desse ano, nada mais será o mesmo. Principalmente pra mim. Tive mais um ano de perdas (como em 2002, onde perdi muita coisa), mas perdas mais... profundas. O tipo de perda que é impossível de se recuperar.&lt;br /&gt;É foda perder uma amiga pra morte... muito foda...&lt;br /&gt;Acabei perdendo uma pessoa, que pra mim foi tremendamente importante. Tudo bem que hoje eu falo que era uma crônica com final anunciado, era muito difícil de rolar algo, quase impossível.&lt;br /&gt;É foda querer desafiar o destino...&lt;br /&gt;Mais do que nunca, perdi a cabeça, e a minha própria vida esteve por um fio de faca. Tudo bem, seria mais limpinho fazer isso com remédios, mas felzimente ninguém aqui em casa sofre de distúrbios psiquiátricos ou psicológicos pra ter calmantes.&lt;br /&gt;É foda querer se matar, voltar atrás e ver a merda que estava para ser feita (por mais que uma amiga minha tenha dito pra não me envergonhar, pois isso é perfeitamente normal em casos de depressão)...&lt;br /&gt;Opa! Esse pedacinho é legal, são lembranças! Esse eu faço questão de colar! E no lugar certo!&lt;br /&gt;Porém, diferente de 2002, esse ano teve lembranças muito boas, muito bonitas mesmo. Momentos magníficos, lindos pra caramba, que eu faço questão de carregar comigo.&lt;br /&gt;Só espero que a pessoa responsável por boa parte desses momentos guarde essas lembranças num lugar especial também. Mas eu acredito que vai guardar sim...&lt;br /&gt;Também foi o ano em que eu comecei a me preparar pra minha volta à Sampa. Cheguei à conclusão de que o meu tempo aqui acabou. Já estou passando dele, aliás. É hora de voltar pra Sampa e crescer um pouco mais. Como pessoa e profissional. E como tem gente me esperando em Sampa!&lt;br /&gt;Pobres coitados, se eles soubessem o que os aguarda...&lt;br /&gt;Enfim, fazendo um balanço do ano, foi um ano complicado. Triste pacas, principalmente o segundo semestre. Mas a vida é feita disso, anos bons, anos ruins. Vamos indo, tocando a vida. Meio como uma música do Almir Sater...&lt;br /&gt;Não sei se vou escrever novamente até a virada do ano, mas fica aqui, de antemão, o meu Feliz Natal e Feliz Ano Novo para todos os meus leitores/amigos, desde os mais antigos até os mais novos, e que continuemos juntos ano que vem, seja aqui no blog ou ao vivo e em cores!&lt;br /&gt;E deixo a letra do Almir Sater pra vocês verem... e pra eu ver também, quando estiver meio down...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tocando em Frente – Almir Sater e Renato Teixeira&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Ando devagar porque já tive pressa&lt;br /&gt;e levo esse sorriso, porque já chorei demais&lt;br /&gt;Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe&lt;br /&gt;eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei&lt;br /&gt;Conhecer as manhas e as manhãs,&lt;br /&gt;o sabor das massas e das maçãs,&lt;br /&gt;é preciso amor pra poder pulsar,&lt;br /&gt;é preciso paz pra poder sorrir,&lt;br /&gt;é preciso a chuva para florir.&lt;br /&gt;Penso que cumprir a vida seja simplesmente&lt;br /&gt;compreender a marcha, e ir tocando em frente&lt;br /&gt;como um velho boiadeiro levando a boiada,&lt;br /&gt;eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,&lt;br /&gt;de estrada eu sou&lt;br /&gt;Conhecer as manhas e as manhãs,&lt;br /&gt;o sabor das massas e das maçãs,&lt;br /&gt;é preciso amor pra poder pulsar,&lt;br /&gt;é preciso paz pra poder sorrir,&lt;br /&gt;é preciso a chuva para florir.&lt;br /&gt;Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,&lt;br /&gt;Um dia a gente chega, no outro vai embora&lt;br /&gt;Cada um de nós compõe a sua história,&lt;br /&gt;e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,&lt;br /&gt;e ser feliz&lt;br /&gt;Conhecer as manhas e as manhãs,&lt;br /&gt;o sabor das massas e das maçãs,&lt;br /&gt;é preciso amor pra poder pulsar,&lt;br /&gt;é preciso paz pra poder sorrir,&lt;br /&gt;é preciso a chuva para florir.&lt;br /&gt;Ando devagar porque já tive pressa&lt;br /&gt;e levo esse sorriso porque já chorei demais&lt;br /&gt;Cada um de nós compõe a sua história,&lt;br /&gt;e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,&lt;br /&gt;e ser feliz.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20145875-113538670548036862?l=edmadrox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edmadrox.blogspot.com/feeds/113538670548036862/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20145875&amp;postID=113538670548036862' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/113538670548036862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20145875/posts/default/113538670548036862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edmadrox.blogspot.com/2005/12/2005-o-ano-em-que-tudo-virou.html' title=''/><author><name>Ed Madrox</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15799323024233699170</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
